Monte a anamnese num editor visual. O iazzo envia sozinho pelo WhatsApp quando o paciente confirma a consulta — e a resposta cai direto no prontuário e no cadastro dele.
Arraste as perguntas e ligue os caminhos. "Fuma? Sim" leva a "Quantos cigarros por dia?"; "Não" segue em frente. Texto, data, CPF, CEP, escolha única ou múltipla, arquivo — e blocos de orientação com imagem ou PDF.
Quando o paciente confirma a consulta, recebe a sua mensagem com o link. Paciente novo sempre recebe; quem já veio, só depois dos meses sem consulta que você definir. Ninguém precisa lembrar de mandar.
Uma pergunta por tela, já preenchida com o que a clínica sabe, e com a sua foto, nome e registro no conselho no topo. Cada resposta é salva na hora: quem para no meio continua de onde parou.
A resposta entra como anotação no prontuário, onde você já lê a evolução e os prontuários anteriores. Nada fica perdido numa caixa de mensagens.
Nascimento, CPF, endereço, contato de emergência: o que estava vazio é preenchido. O que diverge do cadastro vira pendência com os dois valores, para a recepção decidir. Nada conferido é sobrescrito.
"Traga seus exames" vira pergunta de arquivo. O paciente manda as fotos ou PDFs, e cada um entra como exame na ficha dele, ligado à consulta.
O fluxo é montado num quadro visual, como no TypeBot: blocos que falam, blocos que perguntam e setas que ligam um ao outro. A diferença é o que acontece no fim — cada pergunta pode apontar para um campo do cadastro do paciente.
Ramificação por resposta — a pergunta seguinte depende do que o paciente escolheu.
Pergunta ligada ao cadastro — "Data de nascimento" preenche a data de nascimento, sem digitação.
Seu ou da clínica — formulário de um médico vai só para os pacientes dele; o da clínica, para todos.
Questionário de saúde que chega sem nome e sem rosto não se responde. No iazzo, o paciente vê quem está perguntando — foto, nome, especialidade e registro no conselho — e responde uma pergunta por vez.
Já vem preenchido — nome, CPF, nascimento, telefone e endereço que a clínica já tem; o paciente só corrige o que mudou.
Salvo a cada resposta — parou no meio, volta pelo mesmo link e continua.
Nada na URL — o link leva só um código; os dados vêm do servidor depois de validá-lo.
TypeBot e Google Forms são ótimos para montar perguntas. O problema é o que vem depois: a resposta chega como mensagem ou planilha, e alguém da clínica copia para o prontuário.
| O que acontece com a resposta | TypeBot / Google Forms | iazzo |
|---|---|---|
| Vira anotação no prontuário do paciente | Copiada à mão | Sozinha |
| Preenche o cadastro (nascimento, CPF, endereço…) | Redigitado | Campos vazios |
| Divergência com o cadastro vira pendência | — | Sim |
| Foto do exame vira exame na ficha | Arquivo solto | Ligado à consulta |
| Envio disparado pela confirmação da consulta | Integração à parte | Nativo |
| Regra "paciente novo ou N meses sem vir" | — | Sim |
| Link já preenchido com o que a clínica sabe | — | Sim |
TypeBot e Google Forms são marcas de seus respectivos titulares. A comparação considera o uso sem integração desenvolvida sob medida com o sistema da clínica.
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